CRENÇAS LIMITANTES

Pergunta: Muito se fala sobre crenças limitantes nas áreas da vida como relacionamentos pessoais e sucesso financeiro, mas gostaria de saber de onde elas surgem? Já li que herdamos da nossa família e do ambiente em que vivemos, mas como posso identificar e mudar as crenças que travam o meu caminho?


    Certamente as crenças (positivas ou negativas) moldam a nossa jornada ao longo da vida e, na maioria das vezes, não nos damos conta de quais são e como elas atuam…. um verdadeiro desafio.


    Um bom começo seria olharmos (com respeito e sem críticas) como foi a vida de nossos pais, avós e familiares, observando cuidadosamente quais são as crenças deles; sempre parece mais fácil quando começamos a olhar para fora de nós.


    Num segundo momento, podemos olhar para a nossa própria vida (com o mesmo respeito e sem críticas) e analisar quais áreas não estão bem e no que elas se assemelham com as de nossos ancestrais.


    A mais comum, a questão financeira é a mais evidente e tangível para se observar. Como são os “pensamentos” (leia-se crenças) de nossos familiares acerca do dinheiro? Como eles lidam com as questões financeiras e de prosperidade?


    Por exemplo, algumas frases comuns de se ouvir são: “Dinheiro não traz felicidade”, “Dinheiro não dá em árvores”, ou a mais tradicional, “É mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que uma pessoa rica entrar no céu”.


    As ideias - crenças - por trás dessas frases são auto explicativas: uma espécie de preconceito e até mesmo ranço contra o dinheiro, como se fosse um mal.


    Entretanto, algumas considerações: As pesquisas médicas e científicas, que melhoram a qualidade de vida das pessoas, podem ser realizadas sem o auxílio financeiro?; Uma pessoa pode ter alimentos, roupas, medicamentos, moradia, educação, etc sem recurso financeiro?, e assim por diante.


    Como ouvi uma vez (e achei ótimo): “Todo mundo pode ter problemas, mas é muito melhor chorar em Paris!”. Claro que é uma brincadeira, mas o que está implícito é que problemas todos temos, entretanto se tivermos as condições financeiras para resolvê-los de modo apropriado certamente podemos viver mais felizes!


    Esse é um exemplo clássico porque a questão da prosperidade envolve todas as pessoas da sociedade, porém podemos estender a mesma análise para outros setores e temas concernentes à nossa própria vida.


    Partindo desse exemplo podemos ir analisando outros pontos (positivos e negativos) que compõem o “sentimento geral” (leia-se crenças) de nossos familiares e os nossos que sejam compatíveis e, ao final, fazer uma análise para decidir quais deles validar ou não.


    A partir disso, se faz necessário compreender como essas chamadas crenças repercutem em nossa vida; de que modo elas vão moldando o nosso destino. Leia aqui no blog um exercício interessante para “cancelar e reformular” as nossas crenças.


    Como isso acontece: as nossas crenças vão criando a nossa percepção da realidade que, por sua vez, criam nossos pensamentos e sentimentos e, através do nosso cérebro, vão buscar na realidade um viés de confirmação para, no final, reforçar as nossas crenças originais.


Assim, compreendemos de que modo entramos nessa espécie de looping!


    Se compreendermos que nós estamos criando a nossa realidade continuamente podemos modificá-la da mesma forma, mas como tudo isso funciona?


    Vivemos dentro de um “Campo de Informação” que recebeu ao longo dos tempos diversos nomes, mas o importante é saber que ele atua como um espelho refletindo continuamente todas as nossas crenças de volta para a nossa vida.


    Imagine, por um momento, que você está olhando para um espelho e está triste, ou até chorando, o que o espelho irá refletir? Ele só pode refletir o mesmo; não se pode mudar o reflexo no espelho a não ser que se mude o que está diante dele.


    Nesse ponto é importante compreender que tais coisas vão além dos ditos “pensamentos positivos” que são bons naturalmente, mas se não estiverem apoiados em crenças positivas e frutíferas não têm como atuar positivamente na nossa vida.


    A partir desse momento, você se tornará mais consciente de suas crenças podendo trabalhar nelas continuamente e vai perceber a mudança extraordinária que isso produzirá na sua vida.


    Gosto muito de um exercício do Lucas Naves (que já mencionei aqui no blog) em que ele propõe o seguinte, pergunte-se: “Como seria se eu já tivesse resolvido essa questão?”, “Como seria se eu já tivesse o recurso financeiro de que preciso?”.


    E, no momento seguinte, “vá para esse lugar onde tudo está solucionado” e sinta profundamente como é estar lá, traga essa sensação para dentro de si e a incorpore como se estivesse usando óculos de realidade virtual.


    A parte mais importante da Lei da Atração é que nós atraímos aquilo que somos - que sentimos como real -  (lembra-se do espelho?) e não o que queremos. Porque o que queremos já indica uma falta, se quero algo é porque não tenho, certo? Ao passo que quando eu sinto que já tenho (ou já sou) o espelho não tem outro recurso a não ser espelhar isso na sua vida.


Aqui dois documentários muito interessantes para o tema:

The Field - O Campo

Você Pode Curar Sua Vida



 Agradeço o contato e convido os leitores a enviarem as suas perguntas...



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